A BIBLIOTECA ESCOLAR NO MEANDRO ENTRE O ACESSO AO LIVRO E À FORMAÇÃO DO LEITOR
209Resumo: Este trabalho apresenta dados do Plano de trabalho Prolicen 2023-2024, que analisou pesquisas que abordavam práticas formativas desenvolvidas em bibliotecas escolares em teses e dissertações presentes na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações da Capes. Para tanto, procurou identificar as propostas de dinamização das bibliotecas, já que o Plano de Trabalho está vinculado à pesquisa “Diagnóstico das Bibliotecas Escolares do Estado de Goiás e elaboração da criação da Rede Estadual de Bibliotecas Escolares”, coordenado pela profa. Dra. Andréa Pereira dos Santos (FIC-UFG). O recorte temporal envolveu o período de 2015 a 2022, e a pesquisa se caracterizou como Estado da Arte ou do Conhecimento. Como resultado é possível destacar o papel significativo da biblioteca escolar na promoção e mediação da leitura; a relevância da adequação desse espaço para estimular a presença de leitores(as) e o uso de acervos; a importância de desenvolver projetos de incentivo à leitura. Vale lembrar que as práticas formativas nas bibliotecas escolares envolvem desde a mediação da leitura e organização do espaço físico à colaboração entre professores(as) e bibliotecários(as) na busca por atividades atrativas a fim de superar desafios estruturais e metodológicos. As práticas de maior evidência, destacadas nos trabalhos, foram a tertúlia literária dialógica e o clube de leitura.
Palavras-chave: Bibliotecas escolares. Práticas de incentivo à leitura. Iniciação científica.
1 INTRODUÇÃO
Este estudo apresenta resultados do Plano de Trabalho Prolicen (2023-2024), que teve como objetivo identificar e analisar pesquisas sobre bibliotecas escolares em teses e dissertações presentes no Banco de Teses e Dissertações da Capes. A seleção de trabalhos foi feita a partir de práticas formativas presentes nesses espaços formais de leitura, no sentido de contribuir para se pensar propostas de dinamização das bibliotecas, já que o Plano de Trabalho se vincula à pesquisa “Diagnóstico das Bibliotecas Escolares do Estado de Goiás e elaboração da criação da Rede Estadual de Bibliotecas Escolares”, coordenado pela profa. Dra. Andréa Pereira dos Santos (FIC-UFG). O trabalho se caracteriza, sob a perspectiva metodológica, como Estado da Arte ou do Conhecimento, e além de mapear as pesquisas, sistematizar as informações gerais encontradas, descreve as práticas de destaque voltadas à formação do leitor.
2 METODOLOGIA
Para este estudo, o recorte temporal abrangeu o período de 2015 a 2022. A coleta de dados foi feita no Banco de Teses e Dissertações da Capes em outubro de 2023, a partir do descritor “biblioteca escolar” e dos filtros “ano: 2015; [...]; 2022”, áreas do conhecimento “Multidisciplinar, Ciências Humanas e Ciências Sociais Aplicadas”.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
No trabalho foi realizado o levantamento bibliográfico das pesquisas, inicialmente pelos resumos e palavras-chave; posteriormente, pela leitura e análise dos conteúdos. Foram localizadas no espaço temporal de 2015 a 2022, 2795 produções, sendo 1553 pesquisas de mestrado; 892, de mestrado profissionalizante; 350, de doutorados, Destes, 69 contemplaram o objeto da pesquisa. Entretanto, a análise empreendida foi fundamentada em 34 trabalhos (23 mestrados; 9 mestrados profissionais; 2 doutorados); outros 35 não foram tratados porque não foram localizados na internet.
210Valdez (2015) propõe a criação de uma comunidade online para troca de experiências sobre a mediação de leitura. Souza (2019) analisa a mediação de leitura literária organizada por professores em uma biblioteca, evidenciando a ressignificação de salas de leitura para bibliotecas como um passo importante no incentivo à leitura. Rodrigues (2019) enfatiza a importância histórica e educacional da biblioteca como responsável por intermediar a formação de leitores e atuar como suporte pedagógico. Matias (2020) destaca como a biblioteca pode promover a leitura utilizando ferramentas de difusão da informação das tecnologias digitais. Oliveira (2022) propõe um esquema metodológico estruturado em seis passos capaz de auxiliar no desenvolvimento da competência leitora em bibliotecas do ensino fundamental. Os trabalhos de Valdez (2015), Souza (2019), Rodrigues (2019), Albuquerque (2020), Matias (2020) e Oliveira (2022) abordam as práticas numa perspectiva teórica e descritiva. Souza (2019), Rodrigues (2019) e Oliveira (2022) incentivam o trabalho articulado entre bibliotecas e práticas pedagógicas por meio da mediação ativa e colaborativa entre professores, bibliotecários e estudantes para a formação de leitores autônomos e críticos.
Cardoso (2015) discorre sobre o hábito da leitura em três escolas públicas, apontando que as práticas de leitura se realizavam apenas em sala de aula. Minatti (2015) sugere o uso de vários gêneros discursivos e a criação de espaços alternativos de leitura (“cantinho da leitura”, “circuito literário”, “geladeira de leitura”) para cativar novos leitores. Legal (2017) registra o fechamento parcial da biblioteca de uma escola básica por falta de bibliotecários, provocando a necessidade do desenvolvimento de projetos de formação de leitores fora da biblioteca. Luvisa (2019) indica que, apesar das normas e políticas públicas sobre bibliotecas e leituras no Brasil, as práticas de leitura ocorrem na sala de aula e a biblioteca atua mais como um espaço de empréstimo e de leitura autônoma. Os textos de Cardoso (2015), Minatti (2015), Legal (2017) e Luvisa (2019) revelam que as bibliotecas escolares são essenciais para a formação de leitores, entretanto, ainda enfrentam desafios devido à falta de profissionais capacitados e à dependência de ambientes alternativos para a leitura.
211Lino (2019) registra as práticas de mediação como contação de história, reapresentação de livros já lidos, relação da história com o cotidiano. Bernardes (2021) analisa o impacto positivo do projeto “Bibliotecas Escolares: Palavras andantes” na formação de leitores, destacando a formação dos professores mediadores de leitura e a realização semanal da “hora do conto”. Correia (2022) divide a análise em eixos como estrutural, formativa, pedagógica e humana. A autora analisou teses e dissertações que versavam sobre bibliotecas escolares, destacando práticas de leitura no eixo pedagógico, como contação de histórias, varais literários, saraus, caminhadas literárias, conversa com autores, clube de leitura e ações culturais como biblioteca circulante e gincanas literárias. Nikel (2022) analisa o papel da biblioteca escolar como promotora da leitura literária, indicando práticas de mediação de leitura fundamentadas em atividades pré-textuais, textuais e pós-textuais. Lino (2019), Biff (2019), Bernardes (2021), Correia (2022) e Nikel (2022) apresentam práticas formativas a partir de estudo bibliográfico, destacando as bibliotecas escolares como espaços dinâmicos de interações fundamentais para a formação de leitores.
Lima (2016) destaca que a biblioteca escolar deve funcionar como um espaço cultural dinâmico. O projeto de prática formativa explicitado é a contação de histórias, com diferentes estratégias de execução e produção em torno das histórias narradas, como os varais de ilustrações e uso de fantoches. Sanches (2016) propõe transformar a biblioteca escolar em um espaço de mediação da leitura por meio do projeto “Brincar de Ler”, desenvolvido a partir de práticas interativas e dialógicas. O projeto promove rodas de leitura e discussões em grupo, buscando cativar o gosto da leitura nos estudantes. Grossi (2016) defende a contação de histórias como ferramenta poderosa para o desenvolvimento psicossocial das crianças, apontando a “hora do conto” como uma prática regular e envolvente. Peres (2017) também aborda a prática de contação de histórias, mas com foco no papel de uma contadora de histórias que utiliza a narrativa como estratégia para cativar o leitor. Oliveira (2021) propõe o uso da biblioteca escolar e da prática da “hora do conto” para o ensino de ciências naturais em uma escola do campo durante o período do ensino remoto (pandemia COVID-19).
Lima (2017) aborda a implementação das tertúlias literárias como prática formativa. Magalhães (2017) discorre sobre a implementação de atividades dialógicas no cotidiano da biblioteca, destacando o papel das tertúlias. Neto (2015) procura entender as práticas desenvolvidas nos clubes de leitura, registrando que o clube, junto com a biblioteca, promove concursos de premiação de melhor desempenho em leitura entre turmas. Abreu (2019) relata a atuação de bibliotecas escolares dando destaque aos clubes de leitura como estratégia na promoção da leitura. Pinto (2019) busca entender os modos como um clube de leitura pode incentivar o processo de alfabetização de crianças. Silva Neto (2022) analisa o projeto Clube de leitura, que busca a criação de pontos de trocas de experiências de leitura. Neto (2015), Abreu (2019), Pinto (2019) e Silva Neto (2022) dão destaque aos clubes de leitura em seus trabalhos, apontando também que essas práticas estimulam o gosto pela leitura, criando ambientes educativos que valorizam a interação, a diversidade cultural e a criatividade.
212Santos (2016) apresenta o projeto “Mirins leitores e Grandes mediadores” como formador de crianças como contadores de histórias e mediadores, destacando roda de leitura, contação de histórias e teatro formulados a partir da exploração do acervo da biblioteca escolar. Teixeira (2016) analisa o potencial da intervenção pedagógica focada na leitura, usando o gênero literário crônica como metodologia de ensino da língua portuguesa. Alves (2017) indica o desenvolvimento de dois projetos de incentivo à leitura. O primeiro incentiva os estudantes a pesquisar e produzir sobre elementos e personalidades locais. O segundo promove a roda de leitura, no sentido de estabelecer o diálogo entre alunos e professores sobre obras literárias.
Campos (2018) analisa projetos literários que promovem atividades de incentivo à leitura como contação de histórias, sarau de poesia e oficina de livros. As duas escolas, objeto de pesquisa do trabalho de campo de Campos (2018), apresentam projetos singulares. A escola A desenvolve o projeto semana na biblioteca. Já a escola B desenvolve o projeto leitura e escrita. Correa (2020) analisa as práticas capazes de aprimorar o espaço da biblioteca escolar como um ambiente de formação de leitores, por meio do “Café Literário”, que estimula a leitura de crônicas; “Os clássicos em dia!”, que valoriza a produção nacional, “Soletrando”, que promove o campeonato de soletração de palavras; “Slam Poético”, que incentiva a competição de poesias autorais; “As cores do Brasil”, que estimula a reflexão sobre questões étnico-raciais.
O trabalho de Lyra (2021) apresenta práticas de formação de leitores em bibliotecas por meio de jogos e gamificação de atividades. Silva (2021) relata a iniciativa de incentivar a leitura de clássicos por meio de atividades feitas por alunos, bibliotecários e professores. Granados (2022) busca entender as estratégias de leitura feitas nas bibliotecas escolares do Brasil no contexto da pandemia. Para tanto, o destaque foi dado ao clube de leitura.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os 34 trabalhos defendidos de 2015 a 2022 foram aqui apresentados, não sendo possível localizar outros 35 arquivos em arquivo completo na internet. Seria necessário para esse acesso, portanto, um tempo maior para contato com os(as) pesquisadores(as) ou mesmo para consulta à Capes. Os trabalhos analisados explicitam diversas estratégias para a incentivo da leitura em bibliotecas escolares, evidenciando melhorias a serem realizadas em termos estruturais e de práticas de mediação. As práticas de maior evidência foram os clubes de leitura e a tertúlia literária dialógica, construídas em torno do diálogo sobre obras e autores. Todavia, outras tantas foram mencionadas como: contação de histórias, varal literário, caminhada literária, saraus literários, salão do livro, encontros intergeracionais, leitura em voz alta, empréstimo de livros, biblioteca circulante, sessão simultânea de leitura, virada cultural, gincana literária, gamificação. Ademais, grande parte dos trabalhos enfatiza a importância da formação continuada dos profissionais que atuam nas bibliotecas e a colaboração de bibliotecários e professores em prol da leitura. Projetos também foram citados, embora detalhes sobre eles fogem ao escopo deste estudo, por se encontrar em outras pesquisas. Houve também experiências formativas em suporte digital, em que livros foram discutidos, eventos e cursos realizados.
5 REFERÊNCIAS
213ABREU, F. F. Mediação e leitura na biblioteca escolar: estudo de casos múltiplos. 2019. 124 f. Mestrado em ciências da informação. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
ALBUQUERQUE, A. M. C. V. Perspectivas de práticas de leitura literária em bibliotecas escolares: proposta de estratégias aplicadas ao Instituto Federal do Piauí - Campus Picos. 2020. Mestrado Profissional em Biblioteconomia. Universidade Federal do Cariri, Juazeiro do Norte.
ALVES, T. L. Biblioteca escolar e letramento no contexto do semiárido: uma análise a partir das Políticas Públicas em escolas de Juazeiro-BA. 2017. 172 f. Mestrado em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos. Universidade do Estado da Bahia, Juazeiro.
BERNARDES, A. J. V. B. S. Projeto de leitura Bibliotecas Escolares: Palavras Andantes - Um “Emplasto” de Democratização do Ato de Ler. 2021. 185 f. Mestrado em Educação-. Universidade Estadual de Londrina, Londrina.
BIFF, V. L. A Atuação Colaborativa entre Bibliotecários e Professores na Promoção da Leitura nas Bibliotecas dos Institutos Federais do Rio Grande do Sul. 2019. 169 f. Mestrado Profissional em Educação - Instituição de Ensino: Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, Osório.
CAMPOS, C. de A. Letramento literário e bibliotecas escolares: uma pesquisa exploratória no Município de Ouro Preto. 2018. 178 f. Mestrado em Educação. Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana.
CARDOSO, A. C. R. O papel da biblioteca escolar na formação de leitores na rede pública municipal de Criciúma (SC). 2015. 216 f. Mestrado em Educação. Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma.
CORREA, R. da C. Desafios e possibilidades para realização de ações pedagógicas na biblioteca escolar: o caso de uma escola estadual mineira. 2020. 199 f. Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública. Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora.
CORREIA, R. P. e-Mapeamento de práticas significativas de bibliotecas escolares e suas estruturas espacial, formativa, pedagógica e humana. 2022. 119 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Educação e Novas Tecnologias). Centro Universitário Internacional, Curitiba.
GRANADOS, A. I. M. L. A mediação de Leitura na biblioteca escolar durante a pandemia da COVID-19. 2022 128 f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Do Estado De Minas Gerais, Belo Horizonte.
GROSSI, E. S. A arte de contar histórias : o professor mediador da leitura no projeto Bibliotecas Escolares Palavras Andantes. 2016. 141 f. Mestrado em Metodologias para o Ensino de Linguagens e suas Tecnologias. Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera, Londrina.
LEGAL, R. E. Ambientes alternativos de leitura numa escola pública de Caçador (SC): da implantação à avaliação, 2017. 96 f. Mestrado Profissional em Educação Básica. Universidade Alto Vale do Rio do Peixe, Caçador.
LIMA, C. da S. A. de. Farol do saber: limites e possibilidades na formação de leitores de uma biblioteca escolar em Curitiba. 2016. 119 f. Mestrado profissional em educação: teoria e prática de ensino. Universidade Federal do Paraná, Curitiba.
LIMA, R. de C. B. M. Bibliotecas escolares: realidades, práticas e desafios para formar leitores. 2017. 285 f. Doutorado em Educação . Universidade Federal da Bahia, Salvador.
LINO, L. de G. Biblioteca escolar: organização, atividades e interações na educação infantil. 2019. 133 f. Mestrado em Educação. Universidade Federal de Pernambuco, Recife.
214LUVISA, M. T. Políticas e práticas de leitura: um estudo nas escolas multisseriadas do campo no território da Cantuquiriguaçu – Paraná. 2019. 156 f. Mestrado em Educação. Universidade Estadual do Centro-Oeste, Guarapuava.
LYRA, L. D. da C. Mediação de leitura através dos jogos. 2021. 130 f. Mestrado Profissional em Biblioteconomia. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
MAGALHAES, A. C. Professora de biblioteca e a tertúlia literária dialógica: desafios e transformações. 2017. 199 f. Mestrado em Educação. Universidade Federal de Alfenas, Alfenas.
MATIAS, V. A. Lugar ocupado pelas bibliotecas nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. 2020 136 f. Mestrado Profissional em Educação Profissional e Tecnológica. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, Vitória.
MINATTI, G. J. Biblioteca escolar: memórias e práticas de assistentes técnicas pedagógicas. 2015. 158 f. Mestrado em educação. Universidade Regional de Blumenau, Blumenau.
NETO, J. A. da S. O Clube de Leitura na Rede Municipal de Ensino de Florianópolis: práticas e sociabilidade (2006-2022). 2022. Tese (Doutorado em Educação). Universidade do Estado de Santa Catarina.
NETO, J. A. da S. Práticas de leitura: culturas escolares dos grupos Padre Anchieta e Olívio Amorim (1946-1956). 2015. 201 f. Mestrado em Educação. Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis.
NIKEL, C. L. C. Biblioteca Escolar: refletindo a prática da mediação de leitura literária. 2022. 120 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Biblioteconomia) . Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
OLIVEIRA, M. P. de. A aprendizagem significativa no ensino de ciências na escola do campo: um estudo de caso a partir da prática “Hora do Conto”. 2021. 147 f. Mestrado em Educação em Ciências Química da Vida e Saúde (UFSM - FURG). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
OLIVEIRA, V. C. de. Desenvolvimento da competência leitora nas bibliotecas escolares de ensino fundamental: esquema metodológico de competências na área da informação. 2022. 90 f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação). Universidade Federal do Espírito Santo.
PERES, S. G. O processo de significação da professora contadora de histórias e a interação com crianças no contexto da biblioteca escolar. 2017 168 f. Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento e Escolar. Universidade de Brasília, Brasília.
PINTO, M. S. O clube da leitura na biblioteca escolar: a construção de novos sentidos, em situação de leitura compartilhada, por crianças em processo de alfabetização São Luís. 2019. 312 f. Mestrado Profissional em Gestão de Ensino da Educação Básica. Universidade Federal do Maranhão, São Luís.
RODRIGUES, M. V. A. A biblioteca escolar e a formação de leitores na Educação Básica. 2019. 118 f. Mestrado em Educação. Universidade de Uberaba, Uberaba.
215SANCHES, G. A. R. Biblioteca escolar e mediação da leitura literária: uma proposta de atividade de leitura com estudantes do ensino fundamental em Paranaíba/MS. 2016. 191 f. Mestrado em Educação. Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Paranaíba. .
SANTOS, M. E. da S. Mediar, formar e autoformar na biblioteca escolar e ambulante: análise de ações que transformam. 2016. 182 f. Mestrado em Ensino. Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Pau dos Ferros.
SILVA, K. R da. A leitura literária de clássicos, dinamizada a partir de dois ambientes: a biblioteca e a sala de aula. 2021. 134 f. Mestrado Profissional em Ensino na Educação Básica. Universidade Federal de Goiás, Goiânia.
SOUZA, S. da S. A importância da biblioteca escolar na formação de leitores. 2019. Undefined f. Mestrado em Educação. Universidade Federal do Pará, Belém. .
TEIXEIRA, A. C. C. de A. Tempo para o letramento literário: uma proposta de leitura na biblioteca escolar. 2016. 196 f. Mestrado profissional em Letras. Universidade Estadual de Feira de Santana, Natal.
VALDEZ, T. C. G. F. Comunidades de prática online para as bibliotecas dos colégios de aplicação das IFES: um espaço de discussão sobre a mediação da leitura e da informação. 2015. 139 f. Mestrado profissional em biblioteconomia . Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.
Notas
1. Egresso do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Goiás e pesquisador do Programa de Iniciação à Pesquisa das Licenciaturas (PROLICEN).
2. Docente do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Goiás e orientadora do PROLICEN.